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Ajude o CQC a entrar no congresso

Política 0 comentários

Lembro da primeira vez que vi o programa CQC - Custe o Que Custar - da Band com boas lembranças: foi praticamente amor à primeira vista. Logo depois do escândalo com o irmão do Ciro Gomes, um dos repórteres fez perguntas ao próprio que eu não imaginaria alguém fazendo ao vivo a um político, principalmente a um do naipe do Ciro Gomes, a única coisa que aquele cara tem de bom é a Patrícia Pillar, e sendo generoso no julgamento. O resultado não poderia ser diferente, rolou um sentimento de amor à primeira vista(pelo programa, não pelo repórter).

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Só que não demorou muito para que barrassem o acesso dos caras ao Congresso. O motivo é óbvio, a entrevista é lembrada posteriormente como chacota. Até imagino os deputados e senadores dizendo um pro outro: “ae, hein, apareceu no CQC… se f*deu, se f*deu”. Só que, além de uma medida arbitrária que vai contra um Estado de Direito, é inócua: motivo de chacota a maioria dos políticos já é, seja no CQC ou no Jornal Nacional. Só se a diferença residir no fato de que os políticos agora são gozados na cara(ui) e em rede nacional, aí sim.

Portanto, pelo prazer proporcionado pelo CQC, quero aqui manifestar o meu apoio à causa. Além da assinatura virtual que acabei de deixar no site deles, peço que, se você acha que os políticos têm que nos dar satisfações, acesse http://www.cqcnocongresso.com.br/ e preencha com seu nome e e-mail. Depois acesse seu e-mail, vai ter um e-mail deles pedindo sua confirmação de voto.

Mesmo que o programa apenas os deixe envergonhados(à classe política, claro), eu quero que continue sendo exibido. Primeiro, porque eles devem, sim, ter vergonha. Segundo, porque eles vivem gozando da vida com o nosso dinheiro e na nossa cara, a gente não pode gozar com a deles um pouquinho? Ah, vá papu…

Lula deu pra trás (ui)

Comportamento 0 comentários

Essa vai entrar pros anais da presidência da republiqueta (se é que alguém por aí já não anda agasalhando). O (ou A) Lula, participando da abertura da Conferência Nacional de Gays, Lésbicas, Travestis e Transexuais. Dá para notar a felicidade estampada na face do nosso manda-o-tário.

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Lula vestiu o boné e segurou a bandeira do movimento gay e disse que sentiu o mesmo preconceito que sofreu quando usou o boné do Movimento dos Sem-Terra (MST).

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Ele também disse que deveria ser criado o “Dia Nacional da Hipocrisia” para combater esse e outros preconceitos. Sim, isso provavelmente vai resolver tanto o preconceito quanto o sistema de cotas integra os alunos cotistas com os não-cotistas. Ambos se amam de paixão.

Sempre ouvi dizerem que o jacaré não entrou no céu porque tinha a boca grande. E nem todos os eleitores são gado, alguns se lembram do que ouvem e vêem. Se você é gay, viu a notícia sobre o encontro GLS no G1 e acha que eu estou tendo algum piti por preconceito, quem tem preconceito é quem foi aplaudido inúmeras vezes, segundo a tal matéria. E segundo o vídeo abaixo, que rendeu muita polêmica na época. Foi feito naquela cidade co-irmã de Campinas, manja?

Quem te viu, quem te vê, é como dizem. O mesmo sujeito que vem com esse blá-blá-blá de que quer a criminalização de tais preconceitos fazer uma m*rda desse tamanho… tem alguma desculpa para usar além da burrice? Ou vão dizer que ele não sabia do vídeo?

Obrigado, G1. Obrigado, Youtube.

Veja um Lowrider ser desenhado do zero no MS Paint

Vídeos 0 comentários

Quando pensamos em grandes trabalhos artísticos digitais, pensamos em Photoshop ou algo tão grandioso quanto. O vídeo abaixo prova que para um talentoso profissional não há limites, mesmo com um software limitado, como o MS Paint. Sim, é esse mesmo, o aplicativo porcaria que vem com o Windows desde as versões mais cavernosas.

Esse vídeo é realmente inspirador, vale cada bit de streaming. O cara desenha um Lowrider do zero, num software altamente defasado como o Paint, com maestria. Quero ser como ele quando eu crescer.

Tira é a minha paciência

Comportamento 0 comentários

Já que tenho uns 15 posts rondando a minha cabeça mas nada sai dela, resolvi falar de algo que vi de relance, apenas em gratidão a um artista a quem devo muito pela minha alfabetização e notas em provas de Língua Portuguesa, único fato que faz o Google conhecer o meu nome em algumas poucas listas de concursos.

No post “não seria paranóia?“, do blog Crônicas mal passadas, vi uma notícia em que jornalistas pedem retratação do Mauricio de Souza pela charge abaixo.

cascao

Resumindo a ópera, que você pode ler completa no link que passei do artigo original, a ira dos jornalistas despertou porque o cabelo do Cascão simbolizaria o cabelo de uma criança negra, ou afro-descendente, já que o politicamente correto impera na republiqueta das fachadas.

Sequer pretendo perder muito tempo com isso: o que quero dizer é que ver chifre em cabeça de cavalo é coisa de quem tem muito tempo a perder, já que a pendenga é a pentelhonésima parte do assunto racismo. Querem falar de racismo? Que falem do sistema de cotas, é um assunto mais palpável - e mais espinhoso, talvez por isso combatam charges.

Qualquer um que conheça um pouco do universo criado pelo Mauricio de Souza em seus quadrinhos pode rebater a crítica dos jornalistas em questão.

Em primeiro lugar, uma criança de 7 anos saberia que o motivo do barbeiro usar tais instrumentos reside na característica do Cascão de não tomar banho. Não é nada mais além disso, principalmente aos olhos das crianças.

Em segundo lugar, considerando que o Cascão seja negro, não seria o único personagem da Turma da Mônica a sê-lo. Há o Jeremias, ninguém falou dele. Que estranho, eu acho.

O próprio nome diz tudo. Cascão. Sua sujeira é praticamente uma carapaça e não vejo qualquer relação dessa característica com a etnia que o personagem possa ter. Ver além disso pode ser um sintoma do que eu me atreveria a chamar de zelo excessivo, que mascara a verdadeira intenção do pedido de retratação: a auto-promoção dos jornalistas que integram o pedido, como se estivessem fazendo um mundo melhor com o intento.

Poucos brasileiros têm o destaque que o Mauricio de Souza vem tendo, seria estupidez demais, justo no bom momento por que passa profissionalmente, fazer algo com o intuito de manchar a reputação da população negra do nosso país. E que me chamem de inocente, mas não acho que tal artista fosse capaz de uma estupidez de tal porte.

Um Brasil de cidadania: minha pequena parte

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Recentemente, recebi um e-mail falando sobre o site "Um Brasil de cidadania", vinculado à Ação Global, que por sua vez é uma iniciativa conjunta da Globo e do SESI. Já tinha lido alguma coisa em relação à campanha em outros blogs que visito, mas nada muito específico. Daí que não posso ajudar em grande coisa, mas ao menos um post a respeito eu posso fazer.

acaoglobal

Em uma primeira olhada, confesso que não me seduziu tanto, pareceu mais lobby, tipo quando se está fazendo catequese aos 14 e as donzelas colocam no tema para casa, em seu livrinho, frases como "não maltratar as plantinhas e os animais". Acho que nem isso elas faziam, mas OK. Porém, do jeito que as coisas vão, é melhor agir diferente das referidas donzelas, qualquer ajuda pode servir a algum propósito.

O site da campanha bem que poderia agregar mais informação, achei centrado até demais no conteúdo enviado pelo usuário. Tinha alguma informação em um link no canto inferior esquerdo, escondidinho. Foi um começo.

Sobre o resto do site, fazer um avatar é o de menos importante. Até tinha um topetinho parecido com o meu, mas não vem ao caso. O fato é que, a quem interessar possa, do conteúdo enviado pode-se extrair vídeos do Youtube e visualizar fotos do Flickr. Inspiracional, eu acho. Já que vivemos em uma era onde nada se cria e tudo se copia (com uma repaginada aqui e acolá), de repente sai algo de bom para copiar de lá. Porque não procurar? Também tem "iutúbi", pessoal. Vídeos legais, saca? Não esqueça, o link para o site é aquele logo no início do post. Mas pode usar esse também.

Leandro Hassum, humorista, no Altas Horas

Humor 0 comentários

É notável o poder que a televisão tem de imputar talento a quem não tem, bem como de suprimir tal qualidade nos que a têm de fato. É o caso, por exemplo, de alguns humoristas do Zorra Total. Nesse programa, que vai ao ar aos sábados, altas doses de rotina fazem com que decoremos as deixas de cada personagem ao assisti-lo por duas míseras vezes.

No tal programa, há uma dupla de humoristas no estilo “o gordo e o magro”: Leandro Hassum (o gordo) e Marcius Melhem (o magro). O quadro em que aparecem é bem limitado, tanto que eu não curtia muito. Tá bom, eu sequer curtia, mas eu não assino TV a cabo. Rico vê House, pobre vê Zorra Total e A Praça é Nossa. Mesmo sabendo que o programa inteiro é feito para atingir camadas menos privilegiadas (em múltiplos sentidos) da sociedade brasileira, achava que o “mérito” do quadro ser tão sem sal também era dos próprios humoristas.

Como ia dizendo, achava, até ver esse vídeo:

Quem quiser ver mais, recomendo. Tem outros vídeos de Leandro Hassum no youtube.com, incluindo alguns da peça Nós Na Fita.

Celso Roth e o carinho da torcida

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Trecho de uma notícia da Globo.com sobre o Celso Roth e o carinho da torcida.

celsoroth 

"A maioria absoluta da torcida do Grêmio quer ver Celso Roth bem longe do Olímpico. Após as eliminações na Copa do Brasil e no Campeonato Gaúcho, a rejeição é forte, e faz o treinador balançar no cargo. Mas ele garante que não vê sinais de insatisfação nas ruas. O comandante tricolor diz que vai normalmente ao cinema, a shows, ao supermercado, e é sempre tratado com carinho."

Ele deveria ir mais ao estádio.